sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Faz-se a forma


Eu queria ser feliz com encantos teus
Todos eles
Como um condão de estrelas
Penduricalho celestial
Todos os encantos me iluminando
Formando assim, dessa forma
Celestiais suspiros de luz
Eu seria o mais feliz dos versos
Dessa canção falada
Dessa sinfonia alada e iluminada por todas boas
Razões...
Queria te falar da valentia dos meus voos
Das imagens que adentram mesmo com as pálpebras fechadas
E ser acompanhante do que vem e risca o céu noturno
Esses riscos que adentram a atmosfera
Como uma enorme fera
Desafiando a imensidão
Esse apetite de tornar realidade
Essa ilusão...
Ai, quantos ais, quanta liberdade de ser-te verso
E nesse instante colocar no colo e proteger com as mãos
Toda essa mansidão
Olhos, corpo e mãos



Emmanuel Almeida

Um comentário:

  1. Nas linhas, o poeta desafia a realidade, vive os sonhos, enche os olhos de alegria. Felicidade única, esta de ir de encontro às mesmices do mundo. Lindo Blog, poeta. Belas palavras. Um abraço.

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Agradeço cada palavra sincera.