sábado, 15 de julho de 2017

Arranho e dor




Permita eu rodear teu pranto
Tua dor
Tuas quimeras
Sonhos apressados...
Permita ser a tua cura
As tuas lágrimas
Tuas feridas intercaladas pela solidão
Pois nada é mais ferida que tua vida de solidão
Eu te querendo solitária, mas doce
Essa dor que me invade em não poder
Ser-te vida
Amor meu



Emmanuel Almeida

3 comentários:

  1. Maravilhoso, este seu poema. Tocou-me profundamente! Grande abraço.

    ResponderExcluir
  2. Muito bonito o blog.
    Lindíssimos poema. Um abração.!

    Eliana

    ResponderExcluir
  3. Encantador este Poema.
    Sugere um ser que ama com intensidade, com desejo de ajudar quem
    sofre a solidão.
    Apreciei .

    ResponderExcluir

Agradeço cada palavra sincera.